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COVID-19: Vamos aprender com ele a quando ir ao PS também quando a pandemia passar!

Atualizado: Mai 11


Em meio à pandemia do COVID-19, cai o número de crianças e adolescentes em unidades de urgência e emergência pediátricas.

Já falei algumas vezes por aqui, e em nossas redes sociais, sobre as idas desnecessárias a prontos socorros infantis (PSI), hospitais e unidades de pronto atendimento 24 horas (UPA 24h) . Dessa vez a reflexão é parecida, mas com algumas diferenças: Devido a essa pandemia do novo coronavírus, o isolamento social se tornou uma realidade para muitas famílias e, consequentemente, a saída de casa é somente para o necessário, até quando se trata de levar as crianças e adolescentes as unidades de saúde.


Atualmente, as salas de urgências e emergências pediátricas estão com menos movimento, em comparação com o mesmo período dos anos anteriores. Estão passando menos crianças e adolescentes diariamente por elas, do que o esperado para essa época do ano, e isso é ótimo e mostra que as orientações de todos ficarem em casa e buscarem atendimento apenas em casos graves estão sendo seguidas. Assim, os nosso filhos, que na maioria das vezes são assintomáticos, não transmitem o novo coronavírus e também não correm o risco de pegá-lo e nem outras doenças infecto-contagiosas graves.


Então, a boa reflexão desta postagem é: Agora que há o medo das unidades de saúde por causa da COVID-19, que tal mantermos essa mudança de procurar o atendimento da UPA 24h, PSI e hospital, apenas em caso de urgência e emergência, também para quando a pandemia do COVID-19 terminar? Afinal, aprendemos com ela que levar os nosso filhos, nestes locais, apenas com uma queixa leve ou crônica. é perigoso, pois não sabemos o que a pessoa ao lado pode carregar, em termos de doenças infecto-contagiosas. Nossos filhos, podem ter entrado com um quadro simples e saído com algo mais grave, que se desenvolverá nos próximos dias. Nos conscientizamos que os casos leves ou crônicos são para atendimentos previamente agendados em Unidades Básicas de Saúde (UBS), ambulatórios e consultórios, presenciais, sem aglomerações e adotando todas as medidas de higienes preconizadas, ou, preferencialmente, via telemedicina, pois não corremos o risco de contágio de doenças infecto-contagiosas.

Meu filho caiu? Devo procurar o Pronto Socorro Infantil?

Os bebês estão divididos em 2 grupos: os que já caíram e os que irão cair. É algo praticamente inevitável, visto que é preciso somente um microdeslize e cataploft, o menino cai do sofá/cama/cadeirinha. Seguindo a sequência da queda: bebê cai - mãe/pai enlouquecem - pegam o menino do chão - ficam balançando no colo para acalmar o choro - depois que tudo se acalma, o bebê quer dormir. NÃÃÃO!! "Não pode o deixar dormir!". Gente, por quê? Pode deixar sim! Existe uma grande diferença entre uma criança que se assustou, chorou horrores e depois quis dormir de uma que desmaiou. O preocupante é a perda de consciência. Bebês apresentam sono após situações de stress. Dificilmente teremos fratura porque os ossos dos bebês são mais elásticos e maleáveis que os nossos.


Sinais de alerta de quedas de crianças e adolescentes para ida a unidade de urgência e emergência:

  • Em menores de 3 meses, queda de qualquer altura, leve ao hospital. Após o trauma, observe todo o corpinho, além da cabeça

  • Em bebês de 3 meses a 2 anos, quedas de locais com altura superior a 1 metro, leve ao hospital. Após o trauma, observe todo o corpinho, além da cabeça. Cama box tem menos de 1 metro de altura!

  • Em maiores de 2 anos, quedas de locais com altura superior a 1,5 metro, leve ao hospital. Após o trauma, observe todo o corpinho, além da cabeça.

  • Queda de mais de 4 degraus da escada⁣⁣.

  • Sangramento pelo ouvido ou nariz⁣.

  • Perda de consciência após trauma⁣, mesmo se for por poucos segundos.

  • Observar se o bebê fica bem após o susto. Se ele se acalmar e dormir, tudo bem.

  • Se ficar um galo gigante, coloque gelo e avise o pediatra dele. O tamanho do galo não é sinal de gravidade.

  • Se sair sangue do local do baque ou do nariz, procure um hospital.

  • Se a criança, após a queda e até 6 horas dela, apresentar 5 ou mais episódios de vômitos, vá ao hospital.

  • Se a criança, após 6 a 24 horas da queda, apresentar um episódio de vômito, vá ao hospital.

  • Se ficar com um padrão irritado ou sonolento nas primeiras 24 horas que seguem a queda, leve ao hospital.

  • Se até 24 horas após a queda a criança estiver diferente do habitual, vá ao hospital.

  • Se a criança, após 24 horas da queda, apresentar qualquer alteração, entre em contato com o seu pediatra, antes de levá-lo ao hospital.

  • Quedas de bicicleta, patins, patinete e skate em movimento e, principalmente, se estiver sem capacete. O mecanismo de trauma, nesses casos, é considerado de alta intensidade e precisam ser avaliados por um médico, mesmo os assintomáticos.


Se vocês ficarem em dúvida dos sinais de alerta, o melhor a se fazer é ligar para o seu pediatra ou ao serviço de teleorientação antes de ir direto ao hospital. Assim, será orientado da melhor forma!

Quando procurar uma unidade de urgência e emergência infantil?

Sabe aquele desespero que bate quando a gente percebe que algo não está normal com o nosso filho? O que devemos fazer em casos de febre, tosse e diarreia??


É muito importante o contato com o seu pediatra, pois ele já acompanha o seu filho e vai te orientar quando será necessário levar ao hospital, PSI ou UPA 24h e quando aguardar em casa. Você sabia que nem todos os casos é preciso procurar uma unidade de urgência e emergência?


Alertas e sinais importantes:

  • Febre em bebês de menos de 3 meses (temperatura axilar aferida sem roupa ou com pouca roupa e maior 37,8) = Entre em contato com o pediatra imediatamente.

  • Desconforto para respirar = Entre em contato com o pediatra imediatamente.

  • Gemidos ou estado prostrado (quietinho) na ausência de febre (a febre sempre altera o exame físico e a criança fica abatida) = Entre em contato com o pediatra imediatamente.

  • Apenas Febre: Observe se o bebê está abatido ou está brincando como se nada houvesse. Se ele estiver brincando é um bom sinal, se estiver abatido pode medicar com antitérmico comum e esperar a febre ceder. Quando a febre ceder, avalie novamente. Se ainda estiver abatido, leve ao médico!

  • Febre acima de 40 graus = Entre em contato com o pediatra imediatamente.

  • Mancha no corpo = Entre em contato com o pediatra imediatamente.

  • Diarreias e vômitos que não melhoram = Entre em contato com o pediatra imediatamente.


É claro que também existem aqueles casos em que não sabemos muito bem o que está se passando. Em qualquer quadro de dúvida, o melhor a se fazer é ligar para o seu pediatra ou ao serviço de teleorientação antes de leva-lo direto ao hospital. Assim, será orientado da melhor forma!

Virose. E agora?

O termo virose é genericamente utilizado para designar um quadro viral inespecífico que pode cursar com sintomas como diarreia, tosse, coriza, febre e mal estar.


Como existem centenas de vírus é difícil identificar qual exatamente está causando a infecção naquele momento e, quanto menor a criança, mais inespecíficos os sintomas. Para nossa sorte, o tratamento é muito semelhante em praticamente todos os casos, apenas com controle dos sintomas.


Quando o vírus é identificado, a doença recebe nome específico, como é o caso da dengue, Zika, Rubéola, entre outras.


Algumas recomendações gerais:

1.Diarreia Aguda ou Gastroenterocolite Aguda (GECA):

  • Popularmente conhecida como Virose, acomete principalmente menores de 5 anos de idade e é muito comum na época do verão. Como o próprío nome popular diz, tem como principal causa os vírus e sua evolução, na maioria dos casos, é autolimitada e benigna.

  • Diagnóstico: Clínico.

  • Tratamento: Hidratação com soro oral, antitérmicos e repositores de flora bacteriana intestinal.

  • Complicações: Desidratação, principalmente nos casos em que a criança apresenta vômitos.

  • Duração: 15 dias, mas em algumas situações pode persistir além disto, sendo, então, recomendada a suspensão do leite por um provável quadro de intolerância a lactose transitória.

  • Evitar: Açúcares e bebidas gaseificadas.

  • Contágio: Contato com fezes de pessoas infectadas. Lave as mãos.

2.Rinossinusite viral aguda ou Resfriado Comum:

  • É uma infecção das cavidades nasais e dos seios da face que tem origem viral. É extremamente frequente até os sete anos de idade, podendo ocorrer de seis a dez vezes ao ano, nesta faixa etária. Menos de 10% das infecções virais evoluem para uma rinossinusite aguda bacteriana.

  • Cursa com coriza, obstrução nasal e incômodo na garganta. Causa exaustão moderada, mas não derruba. Os principais vírus envolvidos são rinovírus, adenovírus, coronavírus, parainfluenza e vírus sincicial respiratório. A febre costuma ser baixa e a recuperação rápida. Ocorre durante todo o ano.

  • O tratamento é sintomático, antitérmicos, lavagem nasal e inalação com soro fisiológico, boa hidratação, alimentação saudável, repouso e vaporizações.

  • O diagnóstico é clinico e não necessita de exames complementares.

3.Gripe:

  • A gripe é uma infecção mais intensa, causada pelo vírus influenza, com sintomas em todo o organismo e de início abrupto. Apresenta-se com tosse, mal-estar, dor de garganta e na cabeça, desconforto respiratório, calafrios, dores no corpo e febre alta. A recuperação leva alguns dias e pode se agravar, ocasionando pneumonias e até mesmo a morte. Ocorre principalmente no final do outono e início do inverno.

  • O tratamento é sintomático, antitérmicos, lavagem nasal e inalação com soro fisiológico, boa hidratação, alimentação saudável, repouso e vaporizações. Em casos específicos, é necessário o uso de oseltamivir.

  • Leve o seu filho para tomar a Vacina contra a gripe trivalente (SUS) ou quadrivalente (particular).

4.Quando procurar um médico?

Um médico sempre deve ser procurado em caso de febre alta por mais de 72 horas ou prostração intensa, dores no peito, sinais de desidratação, manchas no corpo ou falta de ar. Os menores de 3 meses sempre devem ir a uma avaliação pediátrica de urgência e emergência.

Meu filho está com diarreia. E agora?

O termo virose é muito utilizado nos casos de diarreia e não é à toa: a maioria dos quadros realmente são virais.


Identificar o vírus ou saber se é um caso bacteriano não fará diferença na imensa maioria dos casos, sendo que o tratamento é o mesmo: suporte, ou seja, se trata os sintomas e mantém a hidratação adequada esperando que o próprio organismo combata a infecção.


Pode haver febre nos primeiros dias e vômitos. No caso dos vômitos, se forem muito intensos, devem ser tratados com medicação adequada e o seu filho deve ser levado para avaliação em uma unidade de urgência e emergência, pois o risco de desidratação é maior.


Em caso de febre, ela pode durar de 5 a 7 dias, mas é sempre bom levar para um médico avaliar por volta do terceiro dia, em caso de persistência. Se o estado geral estiver muito comprometido, leve antes a PSI, UPA 24h ou hospital..


Perder o apetite é esperado. Ofereça o que seu filho quiser comer, dentro do universo dos alimentos adequadas, e muito líquido. Não abra pacotes para oferecer ao seu filho comer! Cozinhe!


Fique de olho na urina. Caso diminua muito ou esteja muito amarelada, leve para um médico avaliar se não há desidratação. Choro "verdadeiro" sem lágrima também é sinal de desidratação e indica que um médico deve avaliar o seu filho.


O zinco ajuda na recuperação da parede intestinal: converse com seu pediatra.


Cólicas? Elas podem acontecer e analgésicos comuns costumam resolver. Não dê escopolamina.


Lembre-se: uma diarreia aguda pode durar duas semanas. Passados 10 dias, sempre há necessidade de avaliação profissional via telemedicina ou consulta presencial agendada, em UBS, ambulatórios ou consultórios, e suspensão da lactose/leite e derivados da dieta para ajudar na recuperação por, pelo menos, 15 dias.


Leite materno não se suspende, hein!!!!! Suspende-se lactose/leite e derivados da dieta da mãe.

Que fazer na hora da febre?

#FEBRE #FEBREFOBIA Nada mais é do que o medo (algumas vezes exagerado) da febre. E isso leva ao PSI, perda de sono e ansiedade dos pais.


Precisa tanto? Primeiro - febre não é doença!! Na verdade ela é até "amiga", pois cria um ambiente desfavorável para vírus e bactérias e melhora a resposta de imunidade no organismo da criança. Mas a febre também tem seu lado chato - desconforto, dor no corpo, sonolência ou agitação, além de fazer a criança perder líquidos. O pior é que seu filho fica "diferente" o que faz com que a gente fique com ansiedade pelo "desconhecido".


O que fazer? Sempre medir a temperatura! Se tem criança em casa tem que ter um bom termômetro! Os termômetros de vidro com mercúrio estão proibidos pelo risco de acidentes na infância. Prefira os digitais.


#DICA Até 37,7ºC a temperatura é normal e acima é febre.


Tenho que dar remédio?

Calma! Primeiro recomenda-se desagasalhar a criança e medir novamente a temperatura após 30 minutos. Se a febre persiste, mas seu filho está ativo, se alimentando bem, é importante oferecer mais líquidos, deixar o ambiente agradável. A gente trata o desconforto e não o termômetro! Dar o remédio antitérmico quando a criança estiver desconfortável ou a febre for maior que 38,5ºC.


Quando não esperar?

Há algumas situações que requerem uma atitude mais rápida dos pais:

  • Bebês abaixo de 3 meses (principalmente recém-nascidos) sempre procurar rapidamente o pediatra ou o pronto-socorro! Não esperar! Febre em recém-nascido é uma urgência.

  • Se a febre for maior que 39.5ºC ou durar mais de 72 horas.

  • Quando, mesmo após normalizar a temperatura, a criança de qualquer idade se mantiver irritada, com choro persistente ou muito “largadinha”, mole, apática, com pouca reação, sem querer mamar ou aceitar líquidos;

  • Quando a febre se acompanhar de sintomas persistentes como dor de cabeça, pele vermelha, dificuldade de dobrar o pescoço, vômitos que não cessam, confusão mental, irritabilidade extrema ou sonolência, dificuldade importante para respirar.

O grande medo: a Crise febril (antigamente chamada de convulsão febril):

Ao contrário do que se pensa, não é a febre alta que causa a crise febril. O que pode levar a esse quadro é a elevação ou a queda muito rápida da temperatura que faz com que o organismo não tenha tempo adequado para se adaptar e sofra uma “pane”. Portanto, você não deve dar banhos gelados para baixar rápido demais a temperatura da criança.


A crise febril acontece entre 30 dias de vida e os 5 anos de idade, mas é mais frequentes até os 2 anos. Ocorre numa frequência maior em membros de uma mesma família, que já tiveram o mesmo quadro quando crianças.


#DICA Apesar de assustar, a crise febril é benigna, rápida (tem segundos de duração, apesar de parecer uma eternidade quando é com nossos filhos), na grande maioria dos casos não costuma se repetir e nunca deixa sequela. O pediatra deve ser sempre avisado.


E as receitas da vovó?

  • Compressas mornas molhadas na testa? Pode.

  • Compressas de álcool no pescoço? Não pode, porque o álcool é absorvido pela pele e pode causar intoxicações, além de causar irritação na pele.

  • Sucos, chás frios, água para hidratação? Pode. Mas se lembre que sucos e chás só para maiores de 1 ano.

  • Cobrir com cobertores para aumentar a transpiração? Não pode (mantém o calor) e aumenta o risco de desidratação.

  • Roupas mais leves? Pode.


O coronavírus é uma família de vírus que causa infecções respiratórias. Por isso, alguns cuidados simples ajudam a prevenir o contágio:

  1. Lave as mãos com água e sabão ou use álcool em gel.

  2. Etiqueta da tosse e espirro: Cubra o nariz e a boca ao espirrar ou tossir, com o antebraço. Evite levar as mãos ao rosto.

  3. Evite aglomerações, sempre que possível. Mantenha uma distância de 2 metros de outras pessoas.

  4. Mantenha os ambientes bem ventilados. Abra as janelas e deixe o ar circular pelos cômodos

  5. Não compartilhe objetos pessoais como pratos, talheres e copos.

  6. Limpe as embalagens dos produtos que comprou ao chegar em casa: Sempre que retornar de alguma compra, aplique álcool gel 70% nas embalagens para desinfetá-las da melhor forma possível. É importante deixar a superfície bem limpa, já que não é possível saber de onde vieram os alimentos ou por onde passaram até chegar a gôndola. E lembre-se de sempre higienizar as mãos depois da limpeza.

  7. Higienize adequadamente as frutas e verduras.

  8. Lave os sapatos ao chegar em casa: Em primeiro lugar, não toque em nada ao voltar para casa e lave as mãos. É muito importante, sempre que retornar, começar higienizando os sapatos de forma correta. Ao chegar da rua, lave-os com água e sabão ou passe álcool gel em toda a superfície. Além disso, é fundamental deixar um único calçado para usar na rua e outro para usar dentro de casa. Dessa forma, é possível evitar a proliferação do vírus.

  9. Troque as roupas e tome banho ao chegar em casa: É fundamental colocar as roupas que foram usadas na rua para lavar com água e sabão na máquina de lavar. O recomendado é não reutilizar as mesmas peças em casa, somente depois que estiverem limpas. Para completar a limpeza, se possível, tome banho ou lave bem as mãos e o rosto.

  10. Desinfete as patas do seu pet ao passear com ele ao chegar em casa: O ideal é evitar os passeios com animais domésticos. No entanto, caso não seja possível, ao retornar para casa, higienize as patas ou outras áreas de contato, como o focinho, com água e sabão.

  11. Limpe o celular e o óculos com frequência: Mesmo estando em casa é necessário fazer a limpeza de aparelhos celulares com frequência, já que vírus, bactérias e fungos podem ficar nesse tipo de superfície. Se você usa óculos, lembre-se de desinfetá-los também. O ideal é usar álcool gel para limpar o aparelho e o óculos. O recomendado é que se faça isso pelo menos duas vezes ao dia ou até mais, dependendo da quantidade de vezes que você usa o celular e o óculos.

  12. Higienize bolsas e acessórios ao chegar em casa da rua: Se você precisa sair, sempre passe álcool gel na bolsa ou mochila e deixe-a em um local separado dos demais objetos. Não é necessário fazer isso com chaves e carteiras, já que na maioria das vezes elas ficam guardadas no bolso ou na bolsa. A recomendação só é necessária caso determinados objetos fiquem muito tempo expostos ao meio externo. Não é possível fazer uma desinfecção total, o objetivo é minimizar o risco.

  13. Evite, ao máximo, a presença de fumantes perto de você e de seus filhos.


Seguindo estes passos, você contribuirá para evitar a disseminação do novo coronavírus e de outras doenças infecto-contagiosas no país.

Você já ouviu falar na Etiqueta da Tosse?

Trata-se de medidas simples, mas muito eficientes para minimizar a transmissão de doenças infecciosas. São elas:

  • Cobrir a boca e nariz com um lenço de papel quando tossir ou espirrar e descartar o lenço usado no lixo;

  • Caso não tenha disponível lenço descartável, tossir ou espirrar no antebraço e não em suas mãos, que são importantes veículos de contaminação;

  • Higienizar as mãos com frequência e sempre após tossir ou espirrar;

  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca sem ter higienizado as mãos.

Vamos adotar a realidade de hoje para quando a pandemia passar!

Em dias normais, uma unidade de saúde de urgência e emergência pode carregar bactérias, causadoras de meningite, pneumonia, tuberculose, escarlatina e coqueluche, vírus sincicial respiratório, que causa bronquiolite e é muito grave para diversas crianças, influenza, adenovírus, parainfluenza, herpes vírus, citomegalovírus, coronavírus, rinovírus, enterovírus, sarampo, parotidite (caxumba), varicela (catapora), coxsackie (síndrome mão-pé-boca), escabiose e muitas outras doenças infecto-contagiosas, que os nossos filhos podem contrair indo até lá. Inclusive, pesquisas já foram levantadas sobre o tema: de acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), 75% das visitas ao PSI não precisariam ocorrer. E em muitos casos, os pais e responsáveis levam seus filhos pelos motivos de sensação de uma solução rápida, exames feitos na hora, praticidade, não saber o que fazer, falta de informação e orientação. É claro que existem quadros em que a ida ao PSI, UPA 24h ou hospital se faz necessário, mas quando há sintomas leves de febre, tosse, coriza, mas a criança ou adolescente, no geral, está bem, brincando e conversando, os pais e responsáveis podem tratar em casa. Não vá a uma unidade de urgência e emergência por “desencargo de consciência”. Vamos aproveitar o medo dessa doença desconhecida e grave, que é o COVID-19, para repensar a quantidade de vezes que já levamos os nossos filhos a uma unidade de urgência e emergência. Será que a maioria delas foi realmente necessária? O ideal é mantermos essa realidade de hoje para quando a pandemia terminar: Procurar o atendimento do PSI, UPA 24h ou hospital somente em casos de urgência e emergência! As recomendações de como prevenir o contagio do novo coronavírus também devem ser mantidas quando a pandemia terminar, pois servem como prevenção de outras doenças infecto-contagiosas. Em paralelo, continue apostando nas consultas pediátricas de rotina. Mesmo sem atendimento presencial, nesse momento, é possível continuar o contato via telemedicina com o pediatra do seu filho para tirar todas as dúvidas, acompanhar e orientar adequadamente. Mantenha o calendário de vacinação dos seus filhos em dia, seguindo as recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e Sociedade Brasileira Imunizações (SBIm). Convido-te a refletir sobre este cenário! #cuidadosinfantis #cuidadonainfancia #sercrianca #mamaecuida #papaicuida #cuidados #isolamentosocial #quarentena #crianca #adolescente #covid #urgencia #emergencia #coronavirus #covid19 #prontosocorro #prontosocorroinfantil #saudeinfantil #falapediatra #orgulhodapediatria #vacina #prevencao #vacinadagripe Dra. Valéria Gandolfi Geraldo Pediatria - Neurologia Pediátrica - Epilepsia Neurologia Cognitiva e do Comportamento - Desenvolvimento e Comportamento Infantil Capacitação das Escalas Bayley III e do Protocolo VB-Mapp CRM-SP: 105.691 / RQE: 26.501-1

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