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Instrumentos ADOS-2 e ADI-R: padrão ouro no diagnóstico de autismo


Como todos sabem, o Transtorno do Espectro Autista (TEA) não tem cara, não tem forma e muito menos exame de imagem ou de laboratório que faça o seu diagnóstico. Ele depende de uma observação clínica, escolar e doméstica, levando em conta o cotidiano e a interação com outras crianças.


É impossível fazer o diagnóstico de TEA, sem saber como se comporta o indivíduo. Logo, por ser muito complicado chegar ao diagnóstico definitivo à primeira vista, por existir diversas facetas clínicas e formas de comportamento da criança, foram criadas duas escalas extremamente específicas e bem definidas para fechar o diagnóstico de TEA.

  • ADOS-2: escala de observação: a partir de 12 meses.

  • ADI-R: escala de entrevista: a partir de 18 meses de idade mental.

Tanto uma escala quanto a outra, só podem ser aplicados por quem tenha experiência, seja capacitado e obteve a Certificação internacional e Acreditação Clínica: Autism Diagnostic Observational Schedule - ADOS-2 e Autism Diagnostic Interview – ADI-R. Essas duas escalas também servem como ponto de partida para observar a evolução da criança a partir do diagnóstico, mostrando o grau de autismo ou determinados prejuízos específicos.


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Dra. Valéria Gandolfi Geraldo Pediatria - Neurologia Pediátrica CRM-SP: 105.691 / RQE: 26.501-1

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